Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts

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 Campo de Quadribol

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MensagemAssunto: Campo de Quadribol   8/7/2014, 14:35


Campo de Quadribol

O campo onde o jogo ocorre tem formato oval, com 152 metros de comprimento por 55 de largura e uma área circular de aproximadamente 60 centímetros de diâmetro ao centro, de onde as bolas são lançadas. O campo ainda possui, de cada lado, duas "pequenas áreas" onde se encontram três balizas ou aros, cada uma com 15 metros de altura, em frente às quais se posiciona o goleiro para defendê-las da goles lançada pelos artilheiros do outro time. O Quadribol possui três diferentes tipos de bolas: uma goles (quaffle), dois balaços (bludgers) e um Pomo de ouro (golden snitch).

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MensagemAssunto: Re: Campo de Quadribol   10/1/2015, 19:08

A comunal estava demasiada entediante para mim e meus pensamentos. Ainda mais cedo, tentei ler na biblioteca alguns livros a respeito dos lobisomens, um assunto que me inquietava. Eu havia sido “abençoada” com esse dom em minha infância. Queria saber mais sobre as transformações e coisas assim, afinal, eu nunca estava consciente quando me transformava. Enfim, eu me enjoeei rápido da leitura. Não que ela não tivesse sido interessante, mas eu realmente não tinha a voracidade necessária para ler livros como os corvinos. Agora, tudo o que eu fazia era estar deitada no sofá da Sala Comunal da Sonserina, relaxando e apenas olhando a dança das chamas na lareira. As demais pessoas ali faziam muito barulho. Alguns jogavam xadrez bruxo, outros jogavam snaps explosivos e os demais conversaram em rodinhas, riam e falavam alto tentando arrancar risos dos amigos. Aquilo tudo estava me irritando.

Foi então que meu olhar se voltou para uma pequena janela que havia ali e para a noite. O céu pintado de um azul escuro com algumas nuvens borrando em sua imensidão. Parecia bem convidativo para um passeio ao ar livre. Na verdade, tudo parecia melhor do que ficar ali, entediada enquanto os outros riam em suas conversas. Fui retirada de meus pensamentos quando Iantro apareceu ao meu lado com aquele sorriso amigável, me assustando e me fazendo pular de súbito do sofá, levando uma mão até meu peito. — Porra, Ian, quer me matar do coração? — Minha respiração estava descompassada, eu odiava ser assustada dessa maneira. Percebi que o menino estava acompanhado por uma menina que eu logo vi ser Selene. Revirei os olhos. — Olá, MacNeil. — Dei meu melhor sorriso falso e voltei minha atenção para o céu. Mais uma vez Iantro me fez parar de divagar em pensamentos quando me pediu para ir até o Campo de Quadribol com a menina para treiná-la, ela era nossa goleira e tínhamos o último jogo do ano, precisávamos ganhar.

— O QUE? Você quer que eu treine ela? Está ficando louco? Sabe melhor que ninguém que eu não vou com a cara dela. — Vociferei as palavras sem me importar se a menina em questão estava presente ou não. Bufei quando o garoto alegou que só estava pedindo isso, pois tinha afazeres e “ninguém melhor do que a artilheira do time para treinar um goleiro”. — Damn! Is fuath liom tú. — Bufei mais uma vez, resgumando em minha língua materna e rumando para o dormitório feminino, mentalizando o caminho que deveria fazer para encontrar minha Firebolt localizada embaixo da cama. Alguns minutos depois, vestida com um casaco de frio, calças reforçadas com couro de dragão assim também como as botas e luvas, e com a vassoura na mão, rumei para a saída da Comunal. Selene já estava me esperando, então finalmente deixamos aquela sala de diversão alheia na qual eu sentia-me excluída.

O caminho até o campo de quadribol fora demorado e demasiado lento e silencioso. Ainda que fosse noite, havia muitas pessoas nos corredores, o que dificultava nossa caminhada. Eu bufava constantemente e empurrava quem não me dava passagem. Antes que eu pudesse notar, estávamos nos jardins. Era gratificante e bom sentir o ar gélido batendo contra o rosto, pois, ainda que a noite fosse agradável, o ar que se percorria os céus era frio e sua temperatura decaía ainda mais em alta velocidade. Em questão de minutos adentramos o Campo de Quadribol. Minha mente me dizia para voltar para a Comunal e não fazer nada do que me fora pedido. Suspirei profundamente, olhando o local. Ao menos Iantro já tinha deixado a caixa com as bolas ali, uma tarefa a menos. Olhei para a menina que se mantinha quieta desde a Sala Comunal e sorri maliciosamente. Pelo menos ela sabia que não devia puxar assunto comigo, o momento era totalmente “profissional”, e eu não dava liberdade para qualquer um puxar assunto comigo.

Depositei minha vassoura ao lado da caixa e fitei a menina nos olhos. — Sangue-puro, nascida e criada no mundo bruxo, tem obrigação de já saber o que é cada bola, para quem é designada e qual sua função. — Proferi em um tom frio e ríspido, o que era característico de mim. Arqueei a sobrancelha ao perceber que ela não questionou nem contestou nada. — Ok, vamos apenas relembrar. — Abri a grande caixa e peguei a primeira bola. Ela era de um tamanho pequeno-médio, sua cor estava entre marrom e cinza, bem pesada e possuía deformidades em sua superfície. — Balaço. É a bola que os batedores utilizam para distrair e tentar acertar os adversários. — Guardei a bola e peguei outra extremamente pequena, dourada, e possuía asas. — Pomo de ouro. É de responsabilidade dos apanhadores. Faz o jogo ser ganho. — Suspirei profundo e devolvi a bola para o seu lugar, pegando a última que faltava. Ela era a maior de todas, possuía sulcos em sua superfície e sua cor estava entre o vermelho e marrom. — Essa... É a que me interessa e a que te interessa. Goles. Nós, artilheiros, lançamos nos aros para fazer gols onde os goleiros, vocês, defendem. Entendido? Agora suba na vassoura, vamos treinar. — Minha voz continuava com o mesmo tom frio. Com a goles na mão, subi em minha Firebolt e dei um impulso para cima, começando a voar.



OFF: Post's de trama entre Elle e Selene. Interrupções ou ações fora do planejado serão ignoradas.


Isabelle Louise Kerzhäkov Dzagoyev

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MensagemAssunto: Re: Campo de Quadribol   29/1/2015, 23:25

If I Knew...
Que faça sol dentro de ti. Mas se anoitecer: Recorra às estrelas...
”Nem os piores pesadelos de Selene a teriam preparado para o que ela estava prestes a ouvir de seu noivo...” O tempo estava perfeito, uma tarde agradável  e tudo parecia perfeito para um encontro. Como de costume, sai às escondidas para encontrar Martin. Depois de tantos anos estudando em Hogwarts e escapando dos capangas do Sr. Kennedy, passei a conhecer cada canto do castelo, só me encontrava quem eu queria, é claro. Meu pai com sua implicância nem sonhara que o meu namoro/noivado estava indo as mil maravilhas, Martin de fato era o meu maior presente. Odiava mentir pro Kennedy, mas ele queria uma coisa de mim, impossível. Nada me afastaria daquele corvino... Nem mesmo os meus pais.
Caminhava sentindo o sol banhar meu rosto e o vento soprar os meus cabelos, estava me sentindo muito bem, diga-se de passagem, finalmente estava feliz. Olhei na direção do lago e vi Martin me esperando encostado numa árvore, minha reação era sempre a mesma. Um friozinho na barriga e coração disparado. Não precisava de uma só palavra, nosso olhar já dizia tudo...

Agarrei o moreno sem pensar muito no perigo e o beijei apaixonadamente. (Dane-se os fofoqueiros de plantão..) Pensei. Tudo que eu queria estava ali comigo. Agora era só ficar ali, o resto do dia e quem sabe da noite também. "Nos amando". Aproveitar nosso último ano em Hogwarts com estilo. Saímos do lago para um lugar reservado que só nós dois conhecíamos, mas algo grave estava para acontecer. Podia sentir. Martin estava diferente, estranho, mudado (talvez) e eu não sabia muito bem o por que. Ignorei e fiz o de sempre. “Roupas leves e confortáveis, um pouco de feitiço ali, um pouco aqui. E é claro que, Martin fazia a maioria deles, já que descaradamente, feitiços não era a minha praia.”  ( Rolling Eyes )

Sem comentar o que eu achava da mudança repentina dele, me aproximei lentamente com meu pescoço á mostra (O que foi burrice, já que ainda tinha uma mancha nele. Nunca pensei que daria mole pra uma fadinha mordente ridícula. Mas como sou muito orgulhosa, não contaria a Martin nada sobre o incidente, pois sabia que se tornaria piada pra ele ¬¬) Quase que instantaneamente uma nuvem de dúvidas encobriu o seu semblante, e ele se afastou de mim. ( Ele viu!! Ai Merlin.. Não. E agora? Ele não vai me deixar explicar ç.ç ) Pensei assustada. Tudo culpa do meu orgulho. Balancei a cabeça afastando os maus pensamentos e abri meio sorriso me aproximando de novo. - O que foi, amor? O que você tem? – Disse em voz baixa alisando o rosto dele do lado direito. Esperei a resposta e infelizmente, ele me veio com outra pergunta e depois insinuações mesquinhas. O que antes estava perfeito, agora se tornara um dia tenebroso, o tempo fechou de vez pra mim, no mesmo instante em que ouvi Martin falar sobre “traição.” (Como assim um chupão? Sério isso? Ele tá pensando mesmo que o trai?)Eu não tinha feito nada daquilo. NADA. - Isso não dá o direito de me julgar assim, onde fica a confiança? – Falei em estado de choque e depois esperei o desabafo dele. - BASTA!! NÃO QUERO OUVIR MAIS NADA. -

Não suportaria ouvir mais uma palavra, já estava ficando zonza com tanta acusação, tanta ofensa. Voltei as minhas vestes normais e sem pensar, sentindo muita raiva, disse que não tinha traído, mas que agora o trairia. Dei de ombros enquanto ele falava e fui saindo. De fato, aquela briga estava sendo uma das piores. Martin me segurou firme no braço e não me deixou sair, continuou falando, falando e falando, enquanto eu, só olhava sérinha tentando me soltar e segurando o choro. Nunca me rebaixaria a tal ponto de me humilhar, ainda mais por uma coisa que eu não tinha feito. - Eu não quero mais saber de você. Agora me solta e devolve a minha varinha. – Claro que minhas palavras tinham saído da boca pra fora, eu o amava demais, só que estava ferida e aquilo não tinha volta. Martin me provocou até o último instante, me ofendeu, não quis me ouvir... Até me colocou em trajes de dormir achando mesmo que me impediria de sair de perto dele. Eu fui saindo assim mesmo, não me importaria de ser vista daquela forma, já que meu objetivo era sair de perto do garoto mais.. mais..  incompreensível de todos. Só que ele me tinha nas mãos. (Que merda!!! Que Droga!!! Minha varinha) Revirei os olhos com o pensamento e resolvi parar. Já sem forças pra discutir, o encarei e deixei que falasse... Fiquei calada o tempo todo até ser ameaçada...- Você não faria isso, Martin? – Ele não respondeu e partiu minha varinha no meio. Fiquei pasma quando ouvi o som dela quebrando. Foi como se uma parte de mim tivesse quebrado junto. O corvino tinha passado de todos os limites. Respirei fundo me sentindo totalmente arrasada. Virei de costas o deixando... Sem volta.
                                                           
(…)

No caminho de volta ao castelo, lágrimas de fúria, mágoa e arrependimento escorriam pelo meu rosto. - Ele não quis entender? Arrumou esse motivinho ridículo pra ficar livre, claro, depois que conseguiu o que queria. Como pude ser tão burra?- Murmurei pra mim mesma já entrando nas masmorras. Estava me sentindo suja, acabada e se já não bastasse tal desgosto, esbarrei com Bernardo, que ouviu meu comentário e ameaçou contar pro papai cheio de ironia. - Aah pirralho, não seja idiota. Você não ouviu nada. – Falei curta e grossa. Porém sabia que não ia adiantar, ele iria me dedurar a qualquer custo. Não me importava com aquilo, mas não queria encrenca com meu pai. Não antes do jogo, não antes do meu último jogo de quadribol. Esperei ele se distrair e olhei no fundo dos olhos dele sem dizer uma só palavra. Dessa maneira não tinha como Bernardo escapar do meu dom. Fiquei alguns segundos o encarando e depois dei um beijinho no rosto dele de leve. Bernardo havia mudado completamente seu humor, sorriu pra mim e foi super gentil.- Te vejo mais tarde, maninho. – Disse me despedindo antes q o encanto passasse, mas com a certeza de que ele não contaria nada pro meu pai. - Aah, te amo, Beh! – Gritei de longe dando uma piscadela pra ele e logo entrando para a comunal. Sabia muito bem esconder meus sentimentos, e ninguém ficaria sabendo de nada.. O ano já estava acabando e eu logo sumiria por ai, esquecendo tudo e todos.

Me joguei na cama e desmanchei em lágrimas. Desabafei tudo o que tinha pra chorar. Cada vez que lembrava as palavras de Martin, meu peito doía... – Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiii... Que ódio!!!!!!!!!!!!!!!!!! – Gritei abafando a voz no meu travesseiro. Estava exausta, cansada, e com dor de cabeça. Não levantaria daquela cama por nada, se não precisasse defender a minha casa. - Ultimo jogo! - Levantei num pulo enxugando as lágrimas e corri pro banheiro. Passando mal. De uma hora pra outra meu estomago começou a embrulhar, embrulhar e embrulhar, minha cabeça girava e eu não aguentei. Vomitei muito, ficando totalmente vazia. Depois fiquei no chão tentando entender o porque aquela ansiedade toda estava acabando comigo. (Por que Merlin? Eu sei que posso, sei que sou capaz de agarrar todas... mas, Martin... Selene, não.) Entrei numa briga terrível com meus pensamentos. Eram infinitos sentimentos brigando por espaço em minha mente, como pode uma pessoa sentir tanto em tão pouco tempo. - Concentre-se, Selene. - Falei decidida a encarar mais um treino. Entrelacei os dedos no cabelo e suspirei com os olhos fechados. - Vamos lá, Sel.. Você consegue! Esquece tudo e se concentra.- Repeti essas palavras diversas vezes até criar coragem pra levantar do chão. Tomei banho e coloquei meu "uniforme." Prendi meu cabelo num coque simples e passei uma leve maquiagem no rosto pra disfarçar meu semblante. Faltara a minha varinha, respirei fundo tentando não pensar no destino cruel dela e catei minha firebolt saindo do dormitório pra encontrar com Iantro.

Para a minha surpresa e falta de sorte, Iantro veio com um papinho furado de que tinha um trabalho de última hora pra fazer, e, que não poderia treinar comigo. - Como assim? Que merda, Iantro! Trabalho? Poxa, cara... Último treino seria hoje. Amanhã já é o jogo. - Esperei ele explicar e contive minha raiva, afinal, ele não tinha culpa dos meus problemas pessoais, muito menos obrigação de me ajudar. - O que vou fazer? Não posso deixar de treinar hoje. - Cruzei os braços enquanto Iantro pensava e o segui, parecia que ele tinha tido uma ideia. Chegamos juntos na comunal. (Só pode ser piada..) Vi Iantro se aproximando de Elle e não acreditei. (Aaaaah, não. De novo não. Qualquer um, menos ela. Essa garota não.) Pensei segurando firme a minha vassoura e fechando a outra mão com muita força. Fazia dias que eu não olhava pra ela, não suportava a voz dela. Olhei Elle de cima em baixo e não fiz questão nenhuma de responder com um sorriso. - Isabelle. - Falei. Olhei ao redor e todos pareciam estar se divertindo, até meu irmão eu desejei que aparecesse ali. Só pra me tirar daquela enrascada. Por fim, Iantro convenceu a garota e eu ainda tive que espera-la. Ta né, vamos esperar a dondoquinha. Sentei no braço do sofá e fiquei batendo meu pé num ritmo de uma música qualquer. Tentando me concentrar somente no jogo. Respirei pesado. (Que dia!! Não deveria ter saído da cama.) Elle não demorou muito e logo saímos para o campo de quadribol. Em silêncio.

Andei segurando minha vassoura com a mão esquerda e sem olhar para os lados, acho que meu medo naquele momento era dar de cara com meu pai. (Como explicar o sumiço da minha varinha? Ou simplesmente, por que eu estava chorando e triste?) De longe meu pai sabia como eu me sentia, era o único que me conhecia profundamente, e com certeza notaria meu estado. Porém, pior que dar de cara com Kennedy,seria encontrar Martin. Não queria de jeito nenhum. Por sorte, ninguém pelo caminho e chegamos onde interessava. A noite estava serena... Pude sentir logo assim que coloquei os pés no campo. (Ótimo, quase sem vento. Está perfeito pra voar) Levitei minha vassoura e fiquei apoiada nela ouvindo Elle falar. - Ta de zoa com minha cara, né? - Falei séria já subindo na firebolt e levantando voo. Dei duas voltas ao redor da garota que se achava e depois me direcionei até os aros. Soltei meus cabelos que estavam me incomodando e ergui meus braços para o alto, aquecendo como sempre fazia. Revirei os olhos impaciente com a demora da garota. (Tsc! Que demora! Até quando ela vai ficar me olhando?) - HEY, VAMOS LOGO!! NÃO TENHO A NOITE TODA. - Gritei já na minha posição.



Selene Delevingne MacNeil

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MensagemAssunto: Re: Campo de Quadribol   4/2/2015, 02:01


Campo de Quadribol

Dormir! Dormir! Dormir! Eu queria a mais como eu queria mas eu estava com fome e havia perdido o sono e como se tudo conspirasse a favor, ainda era 01:30 da manhã, eu virava de um lado para o outro e não conseguia dormir, as minhas colegas deveriam estar no décimo sono e eu poderia me matar amanhã que ainda não teria sono, quem mandou ficar lendo um daqueles livros trouxas que eu havia achado na biblioteca e que acabou me distraindo mais que o normal, as aulas já estavam me matando e amanhã eu teria aula cedo, queria ver acordar na hora da mesma, depois de mais um tempo deitada, resolvi levantar e ir procurar algo para comer e algo para me distrair enquanto o sono não vem, irônico não? Se fosse por mim, eu hibernava facilmente só que hoje, o sono não havia chegado em nenhum momento desde quando eu havia me deitado, ele não tinha vindo, suspirei irritada, calcei meus chinelos e sai do dormitório na ponta do pé, vai que desse a louca nelas e acordassem só porque eu estava andando normal? Melhor não arriscar né? Abri a porta lentamente enquanto abria, olhava para trás cautelosamente, suspirei aliviada ao ver que nenhuma delas havia acordado e sai, fechando a porta delicadamente novamente, e andei calmamente até as escadas para a sala comunal e enfim poder sair de lá.
Quando pude sair, eu tive que me manter cuidadosa, não sabia se tinha alguém por ali pronto para me pegar desprevenida e me tirar 10 pontos por estar fora da cama no horário mas fazer o que? Eu estava quase morta de fome, toda vez que ouvia algum barulho, corria para atrás de alguma estatua ou algo do tipo mas suspirava aliviada por não ser nada, continuava a andar até a cozinha onde não havia ninguém a não ser a mim, a louca que estava roubando comida da cozinha, olhei para os lados e quase dancei por não ter ninguém e resolvi pegar alguns doces, que tal esses doces trouxas que os elfos tiveram a mania de fazer? Eles eram muito bons e eu não estava pensando em outra coisa, acho que o nome era bem casado ou algo assim, não tinha ideia de como alguém poderia ter a capacidade de pensar algo assim? Maioria das pessoas que eu conhecia era tudo muito complicada, por isso que eu não me relacionava, quer dizer, por enquanto eu não me relacionava, o povo pensa muito nisso e acaba se esquecendo do mais importante, a sua liberdade, olha a minha como era, ninguém iria conseguir me entender se consigo me distrair em apenas dois segundos de conversa, imagina namorando, a pessoa me colocaria em um hospício ou me levaria ao médico só por falar sobre uma coisa de cada vez e meu Merlin! Como isso é bom, estou apaixonada!
Enquanto me deliciava com os doces que havia conseguido, caminhava para algum lugar onde eu não tinha identificado ainda enquanto andava até que ao olhar ao redor e sentir a brisa fria em minha pele eu estava no Campo de Quadribol! E eu amei o lugar, era perfeito e maravilhoso, eu queria tanto poder entrar para o time e conseguir a tão esperada vitória para a Lufa- Lufa contra os timinhos populares que eram a Grifinória, Sonserina e Corvinal e eu tinha certeza que conseguiria tal ato se treinasse muito, ah como eu amava voar! Era incrível, queria poder voar sempre mas eu sou muito nova para voar, lembrava ainda as palavras de meu pai sobre voar e bufei irritada enquanto comia mais um desses doces, gente! Que incrível, a pessoa deveria amar muito fazer esses doces porque como caprichavam! Eu estava hipnotizada e com preguiça, resolvi sentar no meio do campo mesmo, não havia ninguém para me criticar ou dar sermão mesmo. Sentar não, deitar olhando as estrelas era incrível, olhava a sensação disso tudo e quanto eu olhava, mais eu me apaixonava pelo céu, as estrelas e os meus doces que já haviam acabado, só havia os papeis ao meu lado e que eu ainda estava com preguiça de jogar fora, porque se eu levantasse, seria para voltar ao dormitório e hibernar, quer dizer, tentar hibernar porque seria difícil alguém deixar, todos nós estávamos entusiasmada para conseguir vitória a nossa casa e eu não era exceção, era incrível! Continuei ali deitada, olhando o céu e as estrelas, porque elas eram tão pequenas? Porque? Alguém poderia me dizer? Olhei para os lados e ainda não havia ninguém, é... Eu estava sozinha e havia me esquecido disso novamente e então veio o ataque de risadas que não acabava, ria tão alto que acho que acordaria todo o castelo se continuasse a rir e eu não conseguia.
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MensagemAssunto: Re: Campo de Quadribol   23/1/2016, 13:51


Coloco as mãos no bolso do moletom enquanto caminho nos terrenos do castelo indo em direção ao grande campo de quadribol. Estou ansiosa para ver de perto aquela maravilha e já consigo me imaginar futuramente jogando no time da Sonserina e ganhando a taça. Balanço a cabeça e dou um breve sorriso depois de olhar em volta e percebendo que não há ninguém por perto – é Ray, finalmente está aqui e já tem que começar a deixar sua marca aqui... rápido – suspiro e levo uma mão até a cabeça, afastando uma mexa do meu cabelo da frente dos olhos enquanto entro no campo, corro em direção as arquibancadas, me sentando no ultimo banco enquanto retiro a bolsa das costas e pego meu caderno de desenho, uma pena e o tinteiro – nossa... dá pra desenhar tudo daqui! – dou um grande sorriso e molhando a ponta da pena do tinteiro, começo a desenhar o castelo do lugar onde estou sentada.


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MensagemAssunto: Re: Campo de Quadribol   28/1/2016, 13:59


Carregando os troços
A primeira aula já havia sido concluída, talvez não tenha sido a melhor de sua vida, mas o grifino continuava entusiasmado com todo o novo roteiro anual que Hogwarts o impunha. O encarregar que fôra encubido ao garoto, o transformava em um dos maiores orgulhos de seu família, ter se tornado “Capitão do time de quadribol” era algo exuberante para qualquer um que visse numa família onde o maior título era ser os editores chefes de “O Pasquim”: - Vamos, me ajude logo com isso! - Proclamou enquanto seu companheiro de casa o ajudava a colocar a caixa onde os instrumentos de teste encontravam-se em seus braços.

Descia novamente as escadas, rumo ao campo de quadribol, estava ansioso por seu primeiro teste, tanto que estava a preparar o mesmo dias antes de ao menos anuncia-lo, tinha que dar tudo certo, não era somente um teste qualquer em Hogwarts, mas possivelmente seu futuro no Ministério dependia disso: - Ei! Ei! Poderia me ajudar? - Indagou a uma presença que havia a sua frente, jogando as coisas no chão, agachando-se logo após sobre as mesmas: - Tenho que levar essas coisas até os vestiários. - Disse em um tom de voz um tanto desanimado, olhando para o local ao longe.


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MensagemAssunto: Re: Campo de Quadribol   29/1/2016, 12:55


Parei de desenhar assim que ouvi som de passos se aproximando da entrada do campo de quadribol, podia agradecer a licantropia por uma audição tão boa e graças a ela também, já não era surpreendida tão fácil. Deixei o caderno de lado e apenas esperei até que um garoto de cabelos pretos, carregando uma grande caixa adentrou o campo. Não conseguia ver direito de casa o garoto pertencia, mas tinha certeza que da minha casa não era... Com certeza teria reparado no rapaz na mesa no grande salão ou na sala comunal mesmo.

Ergo uma sobrancelha e observo o garoto caminha com certa dificuldade por causa do peso da caixa e me pergunto se era tão pensada assim. Me surpreendi ao escutar o garoto pedir ajuda, suspirei já sabendo com quem ele e estava falando e logo me apressei para ir até onde ele estava – oi... hm... se você sabia que precisaria de ajuda, por que não veio com mais alguém? – parei em frente ao garoto no momento em que ele largava as coisas no chão e se abaixava – posso perguntar o que é isso? – me abaixei também, examinando a caixa antes de olha-lo – a propósito... sou Rayssa e você é? – dou um leve sorriso ao notar o símbolo da Grifinória em suas vestes.


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MensagemAssunto: Re: Campo de Quadribol   4/2/2016, 09:54


Carregando os troços

O possível teste seletor de Quadribol não estava nem perto de iniciar-se, mas o garoto já se preparava, queria ganhar destaque tanto aos ouvidos do diretor quando ao da Chefe de seu departamento. Era um tanto vagal, mas queria mudar, já havia largado as mandrágoras ao menos, um fato que poderia causar decepção aos seus pais, mas não a si. Seus devaneios levava-o ao longe, mas a voz da sonserina o chamara atenção: - Eu não queria atrapalhar ninguém, e também, é minha obrigação, não dos outros. - Respondeu, mordendo o lábio ao fim, encarando a garota.

- Meu nome é Damon, Damon Herakles. - Apresentou-se, esboçando um sorriso à garota que agora ajudava-o. Pegou a maleta, erguendo-a novamente, caminhando em direção ao vestiário juntamente a garota: - Fiquei sabendo que ganhou o cargo de monitora, parabéns. - Desejou, enquanto arrastava os pés na grama, só de se imaginar sendo o responsável pelos jogos ocorrendo no local, e futuramente na grande Copa mundial o deixava em extasia: - Vai participar do teste? Seria um prazer vê-la aqui. - Proferiu, adentrando ao portal do vestiário, largando as coisas ali e sentando-se, encarando-o.


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MensagemAssunto: Re: Campo de Quadribol   7/2/2016, 11:15


Observei o rapaz por alguns segundos antes de levantar e segurar a lateral da maleta – Entendo... bom, mas acho que é bom ter ajuda, principalmente com essas coisas – a ergui junto com o grifino, sentindo o peso do material contido dentro dela – isso de obrigação...  é complicado – sorri ao ver o sorriso de Damon e um instante depois balanço a cabeça e desvio o olhar para  o caminho a nossa frente – obrigada – fico levemente corada ao ser parabenizada, não esperava por tal ato – devo te parabenizar também não é? Pela monitoria – aponto para o distintivo com o típico M e o brasão da casa, preso nas vestes do garoto.

Fiquei alguns minutos em silencio com a pergunta dele, nesse tempo, adentramos o vestiário e deixamos a maleta ali mesmo, olho o garoto, entrelaçando meus dedos na frente do corpo e mordo meu lábio de leve – eu não sei se no time da Sonserina tem vagas... ou quando vai ser os testes – dou um sorriso maior agora e caminho pelo vestiário olhando as coisas, pego um bastão de batedor na mão e me viro para Damon fazendo o movimento com a peça de madeira como se estivesse acertando um balaço – adoraria tentar ser batedora, acho legal – viro o bastão em minha mão – mas não tenho tamanho nem porte pra isso – volto a colocar o bastão no lugar e me aproximar do grifino – mas talvez eu posso vir ver você... posso vir ver o teste – cruzo meus braços e observo o rapaz.


Rayssa H. Ward Lassiter
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MensagemAssunto: Re: Campo de Quadribol   7/2/2016, 21:21


Me traindo no futuro
O garoto a observava, abrindo apenas um sorriso em meio aos devaneios de sua mente, estava a escravizar uma garota que acabara de conhecer, um ato muito cavalheiro, ajeitou-se no banco, virando o corpo em direção a garota, fixando o olhar na mesma: - Olha só, é mais máscula do que muitos dos meus amigos. - Proferiu ao encarar a garota, que fizera uma careta: - Não! Só quis dizer que ao menos você quis ajudar.. Que.. Ah, você entendeu. - Comentou, mordiscando o lábio após a fracassada tentativa de explicar-se, retribuindo o sorriso que a garota esboçara logo após.

Deslizou o olhar ao material, observando-os e já imaginando cada jogador de sua casa. O grifino conhecia a quase todos de sua casa, ser monitor o tornara popular no local, e vagar pela noite o proporcionou algumas amizades que seus país com certeza diria para não ter. Se agarrar após o toque de recolher não era algo muito decente a se fazer: - Seria um prazer se você viesse. - Proferiu, observando-a rebater seu balaço imaginário, apenas abrindo um sorriso: - Olha só, fazendo amizade comigo, para me acertar depois. - Comentou em tom irônico, encarando-a.



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MensagemAssunto: Re: Campo de Quadribol   8/2/2016, 16:04


Me sentei ao lado do Grifino depois que o mesmo tentou se explicar sobre o comentário que havia feito depois que eu o havia ajudado a carregar o material, sorri com a sua confusão de palavras e ele logo retribuiu o sorriso – acho que é dever de monitora... ajudar outros monitores não é mesmo? – entrelacei meus dedos em meu colo e olhei o garoto mais uma vez que agora comentava que gostaria que eu fosse aos testes – deve estar pensando que tipo de monitora eu sou para não saber nem mesmo quando vai ser os testes de quadribol – balancei a cabeça e passei a mão em meu cabelo, sorrio torto antes de suspirar – acho que desde o dia que recebi o distintivo ainda não caiu a ficha do meu cargo... “mega ultra super importante” em Hogwarts – falo fazendo aspas com os dedos – não era uma coisa que eu queria... e sinceramente, sou a pior pessoa para quem eles escolheram como monitora – penso na minha condição durante a lua cheia, não queria chegar na diretora da minha casa e explicar minha “situação delicada”, não queria que ela e os outros professores, diretores de casa e até mesmo o diretor do castelos acabassem se reunindo para discutir o que iriam fazer comigo e já bastava minha própria mãe preocupada, então, desde que havia recebido o distintivo, havia vagado pelos terrenos do castelo tentando no máximo me manter longe de minhas obrigações para que assim, eles retirassem minha monitoria, mas pelo o que parecia, aquilo não seria tão fácil já que nada havia acontecido e minhas obrigações como monitora ainda me seguiam.

- Amigos, amigos... jogos a parte – sorri travessa para o garoto, antes de passar a mão pelo cabelo o afastando da frente dos olhos – posso vir aqui assistir, mas não acho que vou conseguir fazer parte do time da minha casa – apoio minhas mãos no banco e inclino um pouco o corpo para trás, fechando os olhos brevemente – mas seria divertido competir contra as outras casas... logico que a Sonserina, se me tivesse no time seria a melhor da escola e com certeza ganharia todos os jogos – sorrio irônica antes de abrir os olhos e encarar o grifino -  e como anda a sua vida corrida de monitor? Muita popularidade? Já puniu alguns alunos? – sorrio maliciosa – ou apenas está revistando as garotas mal comportadas do castelo? – reviro os olhos, me levantando e arrumando minhas vestes – tenho certeza que o número de garotas perdidas, com fome ou sonambulas no corredor aumentou bastante – sorrio ainda mais maliciosa pois sabia que era verdade, em uma das minhas noites que não havia conseguido escapar da minha ronda, acabei trombando com várias garotas no corredor que pareceram desapontadas por ter sido flagradas por mim e não por um dos “monitores gatos” que faziam ronda aquela noite e para minha surpresa, enquanto levava elas de volta as suas respectivas comunais, acabei descobrindo que as garotas haviam vigiado os monitores e descoberto o ciclos e os caminhos por onde eles passavam e quando davam determinado horários elas saiam e inventavam qualquer desculpa para trombar com um deles.


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