Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts

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 Salão Comunitário

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Louise Perrin Rosseau

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MensagemAssunto: Salão Comunitário   2/9/2014, 11:36


salão comunitário

A grande sala onde acontecem as refeições comunitárias é um recinto muito frequentado pelos hóspedes. Uma grande mesa de madeira no centro é a sua principal característica, ao passo que os banquinhos são bem pequenos se fazermos uma relação. Quando todos estão reunidos, há tantos bancos que as pessoas precisam se espremer para conseguir um lugar. Tendo em vista que é o único ambiente que tem um espaço para colocar o prato, tirando o balcão do bar. Sem citar o velho e mal-humorado homem que é responsável no preparo dos alimentos: Um preguiçoso de mão cheia. Não um cozinheiro, um preguiçoso. Além de seus alimentos serem extremamente mal preparados e cheios de óleo vegetal, a cozinha é um verdadeiro chiqueiro, o que faz conjunto com suas vestes que indicam sua reputação. Os frascos com os ingredientes que deviam ser guardados em um grande armário de cor branca ao fundo da imunda cozinha, mas na verdade são jogados de qualquer jeito pela bancada, o que torna tudo mais fácil, porém mais desorganizado e pouco higiênico.

O Cardápio

• Cérebro de Melancia
• Milkshake de Abóbora
• Biscoitos de Abóbora
• Pudim Caramelado
• Costeletas de Carneiro
• Abóbora Assada
• Diabinhos de Pimenta

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Charlie Hooker Devine

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MensagemAssunto: Re: Salão Comunitário   26/12/2015, 16:46

Apoio minha cabeça no travesseiro, desejando fechar os olhos e dormir. Meu corpo pulsa na frequência da minha decepção, do meu desespero, da minha abstinência. É como se eu estivesse em uma queda, muito forte, muito rápida, muito horrível para que eu possa sequer pensar em impedir. Eu me sinto como uma garotinha assustada. Ou, talvez eu seja apenas essa garotinha assustada. Se meu celular estivesse funcionando eu provavelmente cometeria a gafe de discar número-1-discagem-rápida-mamãe e então, finalmente, finalmente, eu deixaria as lágrimas escorrerem pelo meu rosto, devagar, quentes e salgadas, para desaguarem no rio da minha própria dor.

Seu celular fora estraçalhado na parede em um de seus surtos. Curiosamente, sua alma também se encontra assim.

Abro meus olhos, duas horas e vinte e dois minutos de tortura depois de me deitar, minha mente dolorosamente ligada – desesperada. Tranco um suspiro na garganta e lentamente, calmamente, me deixo sufocar. É madrugada. A noite é muito escura – mais do que nunca foi em minha vida. Fecho os olhos e rezo. A noite para mim é uma tortura infinita, assim como o efeito da maldição Cruciatus é para um inocente. Eu dormi um total de vinte e sete minutos durante a noite. Talvez vinte e oito. Isso dá sete horas, trinta e cinco minutos e, eu estimo, uns cinquenta segundos de sono desde meu último surto. Eu li uma vez que o recorde de ausência de sono é de onze dias. Li também que depois do terceiro você começa a ter alucinações.

Você tem muito medo de descobrir se isso é verdade.

Movimento-me devagar, as cobertas escorregando pelo meu corpo cheio de tristeza e cheio de cicatrizes, meu espírito estraçalhado pela necessidade de adormecer. Minhas mãos tremem pela vontade de pegar uma – duas três quatro cinco seisseteoitonovedez – poção para dormir e tomar até a última gota. Meus olhos ainda estão fechados e eu me concentro em ouvir a movimentação, todas as coisas que significam vida – todas as coisas que nos dizem que a morte ainda não chegou para nós. Eu me concentro na realidade imediata e palpável, na sensação do meu lençol debaixo de mim. Quando tudo se torna silêncio, eu finalmente me movo. Percebo que faz frio e eu estou nua.

É engraçado que você saiba dessas coisas quando por dentro está tão morta.

Respiro fundo e começo a contar. Um, coloco minha calcinha e meu sutiã. Dois, é a vez da camisa, do jeans, das vestes. Três, enfio meus pés no coturno mais próximo, pensando se vale à pena ou não gastar minha curta cota diária de força de vontade no exercício de utilizar meias. Quatro, vou até o banheiro e escovo meus dentes. Cinco, penteio meu cabelo. Seis, desço as escadas. Sete, percebo que esqueci de pegar meu relógio, mas não dá para voltar para buscar – eu não consigo. A manhã mal começou e eu já estou exausta. Um passo de cada vez, eu repito para mim mesma. Um passo de cada vez e eu chego ao final do dia, não é sempre assim? Com precisão militar marcho até um lugar vazio do Caldeirão Furado. Sento-me e como um biscoito de abóbora.

Você sempre quis saber quanto tempo resiste sob pressão.

Forço-me a levantar os olhos do meu prato, tão lentamente, e ouço um homem à minha frente falar comigo sobre ataques comensais. Eu não sinto nada. A apatia implacável escorregando pelas minhas veias como um rio que, subitamente congelando, não se importa se ainda há uma garota desesperadamente tentando respirar enquanto o gelo se solidifica acima de seus dedos. Eu suspiro, sentindo falta do meu relógio. Meus pulmões queimam como se os delírios de afogamento fossem mais que ilusões desesperadas. Quem se importa se o mundo vai acabar amanhã? Quem se importa se o autor dos crimes é o satã encarnado? Se as pessoas estão morrendo como tristes peões num jogo de xadrez meio abandonado, que alguém começou por não ter nada mais para fazer?

Pode soar egoísta,
(Você é egoísta)
Mas você não se importa nem um pouco, afinal
Somos programados para cair.

OFF: Charlie não está mais ali.


Charlie Louise von Ziegler Hooker Devine
cut me down but i won't fall, i'm not a paper doll
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Anelise Constantine Ward

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MensagemAssunto: Re: Salão Comunitário   27/12/2015, 20:14

DE VOLTA


Havia chegado em Londres a poucas horas e a coisa estava meio complicada, sozinha com tantas malas com Anastacia e Alaska nos braços e ainda com Winston. Não sabia para onde ir pois sim, estava com medo de encontrar minha família. A primeira coisa que me veio a cabeça foi chamar um táxi trouxa que me levou até um lugar próximo ao caldeirão furado e depois dali fui apé com minhas meninas, o cão e as nossas coisas. Como consegui chegar lá com tudo isso é que não sei mas assim que cheguei ao local consegui um quarto. Logo estava abrigada, Ana e Alaska dormiam profundamente e eu ainda estava pensando no que faria. Resolvi então que  no dia seguinte me encontraria com Aysha e assim lhe contaria tudo e  então finalmente voltaria para casa.


No outro dia despertei  com os latidos de Wiston. -Shiiu. -reprendi o cão que se calou. Me levantei, fiz logo minha higiene matinal e logo depois escrevi um bilhete para Aysha que pedia para que ela me encontrasse na B&B depois do almoço, prendi o bilhete em Bella que havia chegado logo de manha. A coruja me olhou curiosa. -Leve isso até Aysha, você sabe onde. -a coruja piou e saiu voando pela janela. Logo depois acordei as meninas -Meu bem... -disse  balançando-a devagar, a pequena abriu os olhinhos de vagar e bocejou. -Vem, mamãe vai vestir vocês e depois vamos nos encontrar com sua tia. - Ana franziu a testa mais se levantou. Alaska continuou deitada. -Vamos Lah- falei a pegando no colo. Depois de finalmente vestir as duas fomos para o salão comunitário. Elas olhavam tudo com curiosidade, estavam achando tudo diferente já que desde seu  nascimento vivera no mundo trouxa. -Vamos comer e depois ir ver sua titia, ela vai gostar de vocês. -falei e as pequenas sorriram concordando.

Logo depois que terminamos de comer quando iamos deixar o local conheci uma pessoa ao longe. Uma amiga de Hogwarts -Melody! -disse surpresa assim que ela me viu veio até mim e me abraçou. Depois de conversarmos por um tempo consegui com que ela cuidasse de minhas meninas para mim enquanto eu ia encontrar minha irmã. Sabia que ela iria entender sobre Anastácia e Alaska mas queria conta-la primeiro e depois apresenta-las. -A mamãe vai sair para resolver algumas coisas. Vocês ficaram com a tia Melody, uma amiga eu não demorarei. - claro que elas não aceitaram logo de cara mais a acabei lhes convencendo. E assim sai dali para encontrar Ay e então enfrentar a fera.



Anelise Helene Constantine Ward
Lise - Adulta - Família Ward- Mãe da Anastacia e da Alasca- Irmã Caçula do Valentine, Aysha, Amber, Safira e da Sarah - Cunhada do Chad e do Kael - Dean ❤️ @
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