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 Aposentos de TCM

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Cheryl Casey

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MensagemAssunto: Aposentos de TCM   13/9/2014, 14:53


Aposentos de Hórus D'Avenia Cantaroo

Ambiente amplo, com uma armário de madeira pura feito em carvalho. Estantes de livros e estatuetas de animais e criaturas mágicas. Um cabideiro  ao lado do armário, mesa de cabeceira e  uma cama com cabeceira entalhada hieróglifos. Janelas altas e cortinas cor pastel e cinza chumbo

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Clary D'Avenia McQueen

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MensagemAssunto: Re: Aposentos de TCM   13/2/2015, 00:34


Para conseguir o que quer, você deve olhar além do que vê.
'' I feel like a stranger in my own life "
Eu não sabia muito bem que caminho estava tomando, mas com certeza não era para comunal Sonserina. Gotas de água de minhas vestes encharcadas provavelmente deixavam um rastro por onde eu passava, não dava pra ter certeza; estava escuro de mais, e a única iluminação dentro do castelo era a luz da lua cheia que invadia por algumas das janelas dos corredores. Meus passos eram lentos, arrastados, e eu ainda chorava completamente desorientada. Não me importava com o horário e a maldita regra do toque de recolher, Não me importava em ser pega por algum monitor de casa, funcionário ou docente.. Não me importava com mais nada, apenas seguia em frente, subia algumas escadas. Uma delas se moveu no meio do meu percurso, mas não me importei,  Agarrei no corrimão de pedra para não cair enquanto a mesma não chegava em seu destino e continuei a subir sem me ligar em que lugar iria dar.

Em meio a um dos corredores, visualizei a silhueta de uma pessoa alta e forte, longe de apontar ser um aluno, provavelmente fosse um funcionário; mas como eu não estava nem aí, esquivei-me tentando atravessar o corredor sem a percepção do rapaz que para minha má sorte, foi rápido ao me flagrar. Cobri o rosto com o braço quase que de imediato, tentando proteger meus olhos ainda sensíveis da luz cegante na varinha dele que apontava para minha cara. Não! Não era a luz que estava me cegando! Eu não consegui mesmo enxergar mais nada. Apenas senti que a mão que prendia meu braço - com um pouco mais de força que o normal, talvez para eu não tentar escapar de um castigo - era a dele. Hórus! Aquele sujeito era a ultima pessoa quem eu desejava encontrar, no entanto, o destino adorava mesmo pregar-me peças para testar os meus limites. Minhas pernas enfraqueceram, e eu apaguei.

[...]

Estava repousada numa cama confortável de mais para ser comparada as camas do dormitório feminino da Sonserina. Queria abrir os olhos, mas alguma força estranha me tragava para a escuridão.. Só ouvi o som parecido com passos de uma pessoa que perambula de um lado para outro. Impaciente? Talvez. Não dava pra ter certeza. Também tinha um tiquetaquear de relógio bem lá de longe, e a fragrância dali era bem singular. Senti o peso de alguém que sentava-se na cama ao meu lado e foi como numa espécie de libertação de uma hipinose. Abri os olhos encontrando de imediato a pessoa que me fazia companhia. – Você! – Sibilei agarrando o braço dele, lembrando como o mesmo havia feito comigo ha.. - não tinha a menor ideia de quanto tempo estava ali.. ( – Você, jovem professor que acaba de se integrar ao corpo docente de Hogwarts, teve uma vida difícil em meio a tantas desgraças, desgostos, conflitos e confusões. Apesar de transparecer uma pessoa feliz, és tão amargurado por não ter conseguido ainda resolver questões complicadas de seu passado. Questões estas que lhe deixam num tremendo conflito interno. Mas não é apenas seu passado que o atormenta. Não, não mesmo. Parte de tanta amargura deve-se a maldição da licantropia que te assola a cada noite de lua cheia. A dor extrema que nenhum homem sonharia suportar. Apesar de tanto rancor reprimido, tens um coração puro e deseja apenas tomar a decisão certa. Não deve se preocupar, sua filha, mesmo tão jovem e inexperiente, pode lidar com situações que você jamais sonharia em compreender. Sua angústia cessará quando a maior questão entre um de seus conflitos finalmente for resolvida e as ambições que almeja para uma melhoria de vida, ou revolução, serão alcançadas uma a uma com sua dedicação, força de vontade e ajuda de amigos maravilhosos que desde já guardam um grande carinho por ti. – ) Meus olhos desfocados, tendo a imagem do rosto de Hórus embaçado, tentavam a todo custo manter-me desperta, mas a força negra voltou a me tragar, e cansada de mais - tanto mentalmente quando fisicamente - entreguei-me à escuridão pela terceira vez naquela noite.

(Via a tortura de meu tio Hórus naquela floresta escura e sombria. O rapaz tinha a expressão de quem precisava suportar uma tremenda dor, e tentava permanecer são, mas seu corpo começava a mudar aos poucos, e pelos começavam a crescer rápido de mais pelo rosto do mesmo.. Não eram pelos parecidos aos de barba. Os mesmos pelos começavam a crescer nas mãos dele, e seu corpo se metamorfoseava para algo horrendo. Conforme crescia, rasgava facilmente todas as roupas que vestia, como trapos envelhecidos pelo tempo, e no final, um uivo de arrepiar. Tão de repente a cena da floresta e o licantropo em sua transformação, viraram um penhasco tão alto, que mal dava pra enxergar as ondas furiosas de um mar que se chocavam conta os rochedos lá em baixo. Alguém dizia-me ''pule'', e sem medo algum, obedeci.) Podia sentir o frio na barriga da queda do penhasco, era apenas um sonho, mas quando atingi os rochedos, acordei num sobresalto rolando para fora do leito em que me repousava. – AI! – Exclamei chorosa, massageando a testa após a porrada que levei ao cair da cama. – Que lugar é esse? Tio? Onde estou? – Perguntava desorientada, tentando localizar o professor que estava ao meu lado antes de.. – O que houve? – Preocupei-me com aquela nova pergunta pois eu não lembrava de nada além de voltar dos terrenos depois de pegar muita chuva, e um pequeno flash do docente sentado ao meu lado na cama que eu havia acabado de cair.  

Legenda: – Falas''Pensamentos'' (Visões ou Sonhos) (– Falas sobre o passado ou Previsões – )


CLARY!

"When you need me, but do not want me, then I must stay. When you want me, but no longer need me, then I have to go."
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