Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts

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Tudo sobre Hórus D'Avenia Cantaroo

Cargo :
Docente de Trato de Criaturas Mágicas
 
Família :
D'Avenia
 
Mensagens :
7
 
Idade :
45
 
Patrono :
Lobo da neve
 
Habilidade :
Licantropia
 
Varinha :
Olmo
 
Vassoura :
Cleansweep
 
Animal de Estimação :
-
 
História do Personagem :
Hórus D'Avenia Cantaroo

Idade:31 anos
Cargo: Docente de TCM
Habilidade:Licantropia
Família:D'Avenia e Cantaroo.
Hobby:Defender as Criaturas mágicas e estudá-las. E comer algumas ovelhas :V
Parentes:Toda a família Vermöhlen :v
Cônjuge: ERROR 404 NOT FOUND
Filhos:Claryssa D'Avenia McQueen

Histórias do Personagem.
Sua vida
Clarice D'Avenia Cantaroo, esposa de Alberto D'Avenia Moori, era uma devota da deusa Ísis a qual não podia ter filhos. Clarice era a portadora do Olho que tudo vê, um pingente o qual segundos os mitos, era o olho que Hórus, o deus egípcio, perdeu durante a batalha contra Seth, que fora uma vingança pela morte de seu Pai, Osíris. Clarice era Clarividente e o objeto ajudara bastante no desenvolvimento de tal dom. Certo dia, cansada de procurar soluções na Medinica Bruxa/trouxa para que pudesse ter filhos, Clarice resolveu rogar à Ísis, sua divindade guia. Ela então recebeu resposta. A Deusa do afeto materno teve pena de sua devota e então, concedeu a Dádiva da maternidade à mulher, dando à ela um filho, o qual deveria receber o mesmo nome de seu filho, Hórus, o senhor do Egito. A mulher então aceitou a proposta e deu a Luz À uma linda criança, a qual era uma espécie diferente não um humano comu, um herdeiro do Espírito de Hórus........

Aos 11 anos Hórus ingressou em hogwarts, onde conheceu vários amigos, uns melhores que os outros em todos os sentidos. Seus amigos muitas vezes eram os mais bem dotados de conhecimento, mas Hóirus queria mais, queria mais do que ser apenas um cérebro pensante capaz de resolver uma caralhada de questões em provas, mais do que decorar livros. Queria ajudar os que não podiam se proteger muito do ataque direto, e foi então que aos 12 anos, tornou-se defensor das criaturas mágicas.
Durante sua adolescência, Hórus conheceu várias pessoa influentes e interessantes, mas ninguém lhe chamara tanta atenção tanto quanto Myranda Vermöhlen, sua prima de 2° grau. As 19 anos, Hórus pensou em largar seu cargo de fiscal das criaturas mágicas no ministério da Magia para fugir com Myranda, mas tudo fora interrompido, quando ele fora convocado À uma conferência internacional de proteção ao meio ambiente e preservação da natureza bruxa.Em uma de suas viagens, nunca mais voltou, pois foi preso por contrabandistas do mercado negro que quase foram apanhados vendendo ovos de dragões raros.Mal sabia ele que Myranda esperava uma filha sua.
Depois de conseguir escapar destra prisão, ele retornou ao ministério da Magia, agora mais velho, com 30 anos, e ouviu rumores sobre uma vaga para docência na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts e então, correu atrás de informações que o levaram à direção da escola e assim se candidatou ao cargo. Seria uma nova oportunidade e de manter contato com seu antigo amor e poder desenvolver o que realmente queria, não só defender a natureza, mas também ensinar a tratar das criaturas. E atualmente, aguarda uma resposta da Escola.


A Licantropia

Hórus acabara de fugir da prisão clandestina em que fora preso, enquanto executava um trabalho de busca e apreensão de contrabandistas. O homem corria sem rumo cada vez mais longe da pequena cidadela a qual ele passara longos e sofridos anos, preso em uma espécie de calabouço. Ele mal conseguia acreditar que finalmente estava livre. Corria vorazmente por uma floresta longe dali, onde pudesse aparatar, pois nas proximidades da cidadezinha, era protegido de aparatação, que provavelmente seria um método de afastar intrusos, ou até mesmo, impedir que alguém faça o que hórus fez, fuja.
O rapaz conseguira se libertar durante a noite, enquanto um dos guardas vacilara e se agachou para pegar suas chaves que cairam. Hórus aproveitou a oportunidade e golpeoou-o na nuca e em seguida, deu-lhe uma joelhada no maxilar, deixando-o inconsciente e felizmente, conseguiu fugir.

Já era tarde da noite, enquanto ele ainda corria e finalmente, a quase 5km de distância, ele parou para descansar da corrida. A noite estava muito bonito e muito bem iluminada, era lua cheia, a lua dos lobos. Ele nunca temeu ambientes como aquele, por já ter vivido esperiências piores, como caçadas a gigantes invasores, recuperação de Acromântulas perdidas no mundo trouxa e por aí vai um histórico de bizarrices. No entanto, ele sabia que principalmente em lugares como aquela vila bruxa, era comum relatos e fatos sobre criaturas noturnas, como os lobisomens e wendigos, os quais, eram as únicas criaturas que Hórus tinha um certo receio.

Ele, desprotegido, sem abrigo, sem varinha, sem alimento, pensou em aparatar. Mas no último segundo de decisão, ouviu um grito de socorro muito alto, vindo do centro da floresta, e então, sem pensar no que fazia, o homem correu em disparado em diração à fonte do grito. Era realmente uma atitude suicida, já que não sabia o que viria a seguir, mas seu instinto falou mais alto, enquanto corria rumo aos gritos, Hórus não pensava, somente agia por impulso e foi então que quando chegou ao local, seus maiores temores se concretizaram feito cimento endurecido. Era como se um vácuo o puxasse devolta à realidade. “LOBISOMEN!!!”, pensou.

Um lobisomen tentava devorar uma mulher que portava somente uma varinha, mas parecia não saber usá-la contra a criatura, pois utilizava de feitiços que só deixavam a coisa mais brava. E foi então que Hórus, gritou à mulher, mas ela parecia não dar muita atenção.
- EI, use algo que vá atordoa-lo de verdade…- mas antes que terminasse a frase, a criatura sumiu. Ele sabia que não havia acabo, então gritou pedindo a varinha da mulher emprestada. ;assim que ela a entregou, Hórus sentiu um movimento à esquerda e logo em seguida, sentiu algo ferir sua mão esquerda que por sorte, não era a que segurava a varinha. Ah, caramba, como doía. Hórus fazia um som coma a boca que transmitia dor. Uma espécie de chiado entre os dentes. Um uivo assustador, fez com que surgisse um arrepo na espinha do rapaz e com que ele ficasse alerta. Mais uma vez, o lobo atacou, desta vez, suas costas. Ele sentiu um forte golpe, que arremeçou-o longe de onde estava.Ele então, mas uma vez, ouviu algo se mover às suas costas e num rápido movimento, virou-se à criatura e gritou com vontade – HOMORFO- e um de um enorme monstro, surgiu uma criança de aproximadamente 14 anos de idade, caída inscosiente no chão frio da floresta. Ele acendeu a ponta da varinha com o auxílio do feitiço Lumos e a mulher se aproximou. E para a surpresa deele, ela ajoelhou-se ao lado do corpo e começou a chorar. – Meu filho! Meu filho ? – dizia ela, o sacudindo. E foi então que ele conseguiu ligar os pontos. –Fique calma. Eu não o matei, ele apenas fora forçado a destranformar. Leve-o para casa em segurança. – e fez uma breve pausa e a mulher o encarou com dúvida, e em seguida olhou para sua mão e ele também dirigiu o olhar à mâo ferida. – Ah. Er… vai passar, preciso apenas de um curativo. Ele não vai acordar, até que o sol se ponha. Assim que ele acordar por volta das 10 da manhã, alimente-o bem e deixe ele descansar o quanto quiser. –

Ela apenas assentiu com a cabeça e Hórus entregou a varinha à mulher. Rasgou um pedaço de sua camisa, que mais parecia um trapo de vestir para Elfos Domésticos, e amarrou-o no ferimento, estancando-o temporariamente. Assim que o fez, desaparatou do local, indo direto ao hospital ST. Mungus e em seguida ao Ministério……

Camarilla



A Camarilla é uma sociedade discreta, onde suas ações são reservadas e interessa apenas àqueles que dela participam. A mesma é uma sociedade universal, cujos membros cultivam o aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade bruxa, democracia, igualdade, fraternidade e aperfeiçoamento intelectual. A ideia principal é a Fraternidade entre os membros. A Camarilla admite que todo homem é livre e possui bons costumes, não fazem distinção de raça, religião, ideário político ou posição social. Suas únicas exigências são que o candidato possua um espírito filantrópico e de buscar sempre a perfeição.


 
Estado Civíl :
Nenhum
 
Masculino
 
Data de nascimento :
10/02/1974
 
Humor :
Esbarre em mim e descubra.
 
Localização :
Procure-me na escuridão, eu estarei lá, te observando. Afinal, eu sou o Olho que tudo vê.
 
Barra de Conduta :
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